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quarta-feira, 27 de junho de 2012

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O Mais Baixado! - Tambores de Angola
Atendimento Fraterno
A Bíblia Sagrada
ABC do Espiritismo
A Caminho da Luz
A Coragem da Fé
Adolescente, Mas de Passagem
A Gênese
Agenda Cristã
A Grande Batalha
Aglon e os Espíritos do Mar
Ação e Reação
Alamedas
Alô Além - TCI
A Missão do Brasil como Pátria do Evangelho
Amor Sempre
A Nova Era
Aos Pés do Mestre
A Pedra e o Joio
A Prevenção de Drogas
A Estrutura da Matéria Segundo os Espíritos I
A Estrutura da Matéria Segundo os Espíritos II
A TCI e o Amor
Casos e experiências com a mediunidade
Catecismo Espírita
Cinqüenta Anos Depois
Cinzas do meu cinzeiro
Cirurgia Moral
Conhecendo o Espiritismo
Conduta Espírita
Comentários
Como Fazer - A Organização da Casa Espírita
Como Fazer - O Atendimento Fraterno
Cronologia da Doutrina dos espíritos
Curso para Doutrinadores
Curso de Passes
Cristo
Desobsessão
Diálogo com as Sombras
Doutrina Espírita ou Espiritismo ?
Entre a Terra e o Céu
Espiritismo Dialético
Estudando a Mediunidade - Novo !
E a Vida Continua
E o Sol Voltou a Brilhar
Estudos Doutrinários
Evangelho dos Humildes
Evolução em Dois Mundos
Evangelização Infanto Juvenil
Fonte Viva
Guia de Palestras Públicas
Grandes Vultos do Espiritismo
Há 2000 anos
Histórias que Jesus Contou
Libertação
Manual de Apoio ao Planejamento de Eventos Espíritas
Memórias de um suicida
Missão do Brasil como Pátria do Evangelho
Minutos de Sabedoria
Nosso Lar
Obreiros da Vida Eterna
O Céu e o Inferno
O Espiritismo na sua expressão mais simples
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Livro dos Espíritos
O Livro dos Médiuns
O Mundo que Encontrei
O porque da vida
O Trabalho dos Mortos
O Verbo e a Carne
Paulo e Estevão
Pedagogia Espírita
Psicologia do Espírito
Psicologia do Evangelho
Psicologia da Mediunidade
Qualidade de Vida e Espiritismo
Relacionamento Pais e Filhos
Recordando o Rouxinol do Evangelho
Reencarnação, Processo Evolutivo
Reflexões Matinais
Regressão - Terapia de Vidas Passadas
Resumo das Leis dos Fenômenos Espíritas
Revista Espírita 1858
Revista Espírita 1859
Revista Espírita 1860
Revista Espírita 1861
Revista Espírita 1862
Revista Espírita 1863
Revista Espírita 1864
Revista Espírita 1865
Revista Espírita 1866
Revista Espírita 1867
Revista Espírita 1868
Revista Espírita 1869
Revista O Reformador Janeiro de 1997
Revista O Reformador Fevereiro de 1997
Revista O Reformador Março de 1997
Revista O Reformador Abril de 1997
Revista O Reformador Maio de 1997
Revista O Reformador Agosto de 1997
Revista O Reformador Setembro de 1997
Revista O Reformador Outubro de 1997
Revista O Reformador Novembro de 1997
Revista O Reformador Dezembro de 1997
Sândalo
E o Sol Voltou a Brilhar
Sonhos: Mensagens da Alma
Tambores de Angola - NOVO
Telefonema Para o Além - TCI
Técnicas da Mediunidade
Traços Biográficos de Chico Xavier
Um destino seguindo Cristo
Vida e Sexo
Vidas Além da Vida
Vinha de Luz
Visão Espírita da Bíblia

Fonte: http://www.espiritismogi.com.br/direitos.htm



Livros em áudio para download:
http://www.centenariochicoxavier.com/

Mensagens de áudio
Ferramentas de Deus
Algum Serviço
Tempo e Nós
Jugo Mental
Se Procuras 
Mudanças e Problemas
Assuntos de Paixão
Idade
Compaixão e Nós
O Evangelho no Lar
Má-Vontade
Da Humildade / O Burro de Carga
Itens da Felicidade
Aparências
Tema Evangélico
Aulas do Caminho
Da Existência de Deus
Solidariedade / Até O Fim
Rendição
O Crente Modificado
Dinheiro e Serviço
Pergunta e Resposta
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Amparo Recíproco
Comecemos
Vida e Amor
Rimas do Bem
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Norma de Vencer
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Prece Por Liberdade
Trabalho e Vida
Lição Paternal
Esquece
Oração Diante a Palavra
Olhai Aos Lírios
Ponto de Apoio
O Poder da Prece
Auto-desobsessão
Mudanças
No Rumo da Paz
Serve Com Deus
A ChuvaA Criança
A posse da Felicidade
A Promoção
A Terra
Abrigo Intimo
Acordemos
Adultério e Prostituição
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Agora não Depois
Ainda Hoje
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Ante Os Mortos
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Apelo Fraternal
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Sacerdote de Umbanda


Atualmente, muitos jovens trabalham nas casas como Ogãs, responsáveis pelos toques dos atabaques, e, em algumas ocasiões, como médium.
Não consigo mais separar a religião da vida particular e da profissional. É uma coisa só, completa.
Não importa qual é a religião e a doutrina que segue, o importante é respeitar todas, se encontrar, e praticar a caridade.
Acredito que a Umbanda deve ser também entendida e praticada dentro de seus princípios litúrgicos e para isso o Estudo se faz necessário.
O médium deve ter consciência de seus deveres e responsabilidades perante a Umbanda e o Astral Superior, pois só assim ele sairá da condição de simples praticante, aquele que tem a Umbanda como um fenômeno de incorporação apenas, para uma a condição de um Ser religioso, ou seja um Sacerdote.
Quando menciono a palavra Sacerdote, não me refiro aquele diploma que ficará pendurado na parede, mas sim aquele poder de cura que somente pessoas com auto-equilíbrio e total esclarecimento consegue ter e expressar ao próximo.
Sacerdote é aquele que tem o dom de ensinar, que toca no coração das pessoas, ensinando coisas mesmo, quando não quer dizer nada. Sacerdote é aquele que traz o dom do Astral Superior e que tem a humildade na alma.
Mas, não uma humildade de inferioridade, mas de misericórdia.
No entanto, é importante esclarecer dois pontos:
-Primeiro, para se chegar ao auto-equilíbrio a pessoa deverá ter trabalhado muito o seu íntimo com grandes reformas intimas e é claro que o esclarecimento, o conhecimento e a religiosidade são os pilares para essas reformas.
-Segundo quando me refiro ao ‘Sacerdote - aquele que cura’, não me refiro a cura física, mas sim a cura da alma, das magoas e da tristeza, claro que curando o espírito o corpo físico responde rapidamente, mas o que me refiro é aquela cura capaz de encher o coração próximo de esperança, de alegria e de fé, isso sim é ter o poder sacerdotal.
E mais uma vez digo, para isso acontecer é preciso que o médium tenha conhecimento e responsabilidade, que tenha a alma pura, cheia de amor incondicional e que tenha a sua reforma intima sustentada pela sua religião.
Uma religião que traz os mais puros sentimentos de liberdade, de paz e de segurança como a Umbanda traz, basta conhecê-la.
Sempre afirmo:
“só se pode amar algo quando realmente se conhece, caso contrario é ilusão, é um amor sem sustentação e sem confiança, portanto logo se romperá o laço”, e infelizmente é isso que mais vemos acontecer na Umbanda, a maioria dos médiuns chegam na empolgação fazendo juras de amor, mas a primeira balançada é suficiente para romper todo esse “amor” e entusiasmo.

Guardião de Ogum.
 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

História Terrena de Um Preto Velho

Noite na senzala. Os escravos amontoam-se pelo chão arranjando-se como podem. Engrácia entra correndo e vai direto até onde Amundê está e o sacode: - A sinhazinha está chamando, é urgente! - O escravo é conhecido pelas mezinhas e rezas que aplica a todos seus irmãos e o motivo do chamado é justamente esse. O filho de Sinhá Tereza está muito doente.

É apenas uma criança de cinco anos e arde em febre há dois dias sem que os médicos chamados na corte consigam faze-la baixar. Sem ter mais a quem recorrer, no desespero próprio das mães, resolveu seguir o conselho de sua escrava de dentro e chamar o africano.
 
Aproveitando a ida de seu marido à cidade, ele jamais concordaria, manda que venha. Sabendo do que se tratava o homem foi preparado. Levou algumas ervas e um grande vidro com uma garrafada feita por ele e cujos ingredientes não revelava nem sob tortura.
 
Em poucos minutos adentram o quarto do menino e Amundê percebe que precisa agir com presteza. Manda que Engrácia busque água quente para jogar sobe as ervas que trouxe enquanto serve uma boa colherada do remédio ao garoto. Dentro de uma bacia coloca a água pedida e vai colocando as folhagens uma a uma enquanto reza em seu dialeto.
 
Ordena que desnudem a criança e carinhosamente a coloca dentro da bacia passando-lhe as ervas no pequeno corpo. Nesse instante a porta se abre e surge o Sinhô Aurélio acompanhado do padre da cidade. Tereza grita e corre até o marido desculpando-se. O padre dirige-se a ela com ferocidade: - Como entrega seu filho a um feiticeiro? - dirigindo-se ao marido - Diga adeus ao menino, após passar por essa sessão de bruxaria ele morrerá sem dúvida! Tereza corre até o filho e o cobre com um cobertor enquanto o marido ordena que o escravo seja levado imediatamente ao tronco onde o capataz aplicará o castigo merecido. - Engrácia, acorde todos os negros para que vejam o fim que darei ao assassino de meu filho! Todos reunidos no grande terreiro ouvem a ordem dada ao capataz: - Chibata até a morte!
 
E vocês - aponta todos os escravos - saibam que darei o mesmo fim a todos que ousarem chegar perto de minha família novamente. As chibatadas são dadas sem piedade, Amundê deixa escapar urros de dor entremeados com rezas o que somente aguça a maldade do capataz.

Lágrimas copiosas correm pelas faces de muitos escravos. Após duas horas de intensa agonia o negro entrega sua alma e seu corpo retesa-se no arroubo final, finalmente descansará. O silêncio do momento é cortado por um grito vindo da principal janela da casa grande: - Aurélio, pelo amor de Deus - é Tereza com o filho nos braços - o menino está curado, a febre cedeu e ele está brincando! Assim morreu Amundê conhecido em nossos terreiros como o velho Pai Francisco de Luanda. Sua benção, meu pai! Permita que jamais voltemos a ver algo tão perverso em nossa história.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Oferendas no ritual Umbandista!


Pergunta: Qual a finalidade das oferendas dentro do ritual Umbandista?

Baiano José: Sei que minha resposta vai desapontar a muitos irmãos e irmãs que direcionam sua mediunidade dentro da lei de Umbanda, mas em pleno século XXI fica inaceitável ainda acreditarmos que velas, frutas, panos e flores possam fazer o resultado acontecer por si só, sem a necessidade de uma reforma intima e uma fé balizada na proposta de Jesus em nossas vidas.
As oferendas em sua origem Africana diferem e muito do objetivo que hoje são direcionadas, lá temos o negro que devido a época em que se encontrava oferecia aos Orixás o que tinha de melhor dentro de sua casa. Tomemos como exemplo quando vamos receber visitas em nossa casa, sempre gostamos de oferecer o que temos de melhor e nesta localidade o negro oferecia o que não lhe faltava a mesa, ai vemos o fundamento da "comida" dentro do ritual Umbanda, originando a festa comemorativa do OLUBAJÉ.
Nos dias atuais com uma gama de informações que nos chegam através dos meios de comunicação como: Sites, mídia televisiva, livros de diversos autores etc... Ainda encontramos irmãos e irmãs sujando cachoeiras, praias, campos, matas etc... Levando a estes locais "comida" para conseguir sucesso financeiro, amor, saúde, paz e harmonia, dons que compete a cada um buscá-los através do empenho e da atitude de progresso e isso não compete a este ou aquele Orixá cuja finalidade na natureza como essência divina é bem diferente do que infelizmente ainda presenciamos nas "casas de santo", "terreiros" e "santuários".

Santo não come meus filhos, por que não existe matéria carnal para isso! A ativação do elemento vegetal pode ser feita mentalmente através de uma prece com fé e devoção. Tomemos como exemplo se um de meus irmãos ou irmãs desejam fazer uma oferenda a Oxum em uma cachoeira, podem se dirigir a mesma levando flores que deverão ser plantadas ato este que preserva, não choca e mantém a atitude de respeito para esta força denominada Orixá. Após o plantio, podemos entoar de forma singela um cântico para Oxum e com fé e devoção fazermos nossa oração que lhes asseguro meus irmãos e irmãs será escutada da mesma forma.

Hoje cometem-se excessos em nome da Umbanda e os mesmos mais servem de "muleta vibratória" do que "fundamento doutrinário".

Não adianta nos dirigirmos a um ponto onde se concentra esta ou aquela força de Orixá, para sujarmos e poluirmos este santuário natural. O ato de oferendar a inicio impressiona pelas cores, formas e essências que compõem uma oferenda, mas vale lembrar que isso vai apodrecer com o tempo, gerando náuseas, asco e infelizmente criticas classificando a Umbanda como "manifestação de baixo espiritismo!"

Não temos intenção de ofender aqueles que acreditam que o sabonete e o Manjar para Yemanjá vai lhes trazer algo, isso é uma questão doutrinária em que muitos ainda necessitam desta "muleta" para desenvolverem sua fé e fortalecerem sua crença.
Se, portanto, quando fordes depor vossa oferenda no altar, vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, - deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide, antes, reconciliar-vos com o vosso irmão; depois, então, voltai a oferecê-la. - (S. MATEUS, cap. V, vv. 23 e 24.) 8. Quando diz: "Ide reconciliar-vos com o vosso irmão, antes de depordes a vossa oferenda no altar", Jesus ensina que o sacrifício mais agradável ao Senhor é o que o homem faça do seu próprio ressentimento; que, antes de se apresentar para ser por ele perdoado, precisa o homem haver perdoado e reparado o agravo que tenha feito a algum de seus irmãos. Só então a sua oferenda será bem aceita, porque virá de um coração expungido de todo e qualquer pensamento mau. Ele materializou o preceito, porque os judeus ofereciam sacrifícios materiais; cumpria--lhe conformar suas palavras aos usos ainda em voga. O cristão não oferece dons materiais, pois que espiritualizou o sacrifício. Com isso, porém, o preceito ainda mais força ganha. Ele oferece sua alma a Deus e essa alma tem de ser purificada. Entrando no templo do Senhor, deve ele deixar fora todo sentimento de ódio e de animosidade, todo mau pensamento contra seu irmão. Só então os anjos levarão sua prece aos pés do Eterno. Eis aí o que ensina Jesus por estas palavras: "Deixai a vossa oferenda junto do altar e ide primeiro reconciliar-vos com o vosso irmão, se quiserdes ser agradável ao Senhor."
O Evangelho segundo o espiritismo - Editora FEB

A Umbanda meus irmãos e irmãs passa por um momento de espiritualização e religião sem espiritualização é só um amontoado de dogmas!

Psicografado por Géro Maita

terça-feira, 29 de maio de 2012

Por que Saudar?


A importância do "Saudar"

O umbandista respeitoso e religioso deve sempre que entrar em um Centro, Saudar respeitosamente as Forças que sustentam aquele Centro e o próprio médium.
Deve-se no primeiro momento Saudar as Forças dos Srs. Guardiões e das Sras. Guardiãs assentadas na Tronqueira agradecendo a permissão de sua entrada naquela Casa Santa, agradecendo o recolhimento e encaminhamento de espíritos negativos que é realizado no ato da “simples” saudação, agradecendo a guarda, a força e a proteção que ELES realizam.
Em segundo momento Saudar o Congá e o Altar, local Sagrado de um Centro que deve ser respeitado e é onde se realiza a grande troca de energia, pois todas as Irradiações Divinas estão sendo projetadas sobre todos aqueles que reconhecem o Poder Divino.
O ato de “Bater Cabeça” não deve ser um “costume”, mas sim uma atitude de reverência diante dos Sagrados Orixás, é nessa hora que comungamos com Oxalá, Oxum, Oxóssi, Xangô, Ogum, Oba­luayê e Iemanjá pedindo que ma­ntenha nossos olhos fechados para o ciúme, para o egoísmo e para a inveja, que mantenha nossos ouvidos fechados para a intriga e para a curiosidade que alimenta a fofoca, que ma­ntenha nossos corações aber­tos para o amor, para a fé, para a compaixão e para a esperança, que ma­ntenha nossa mente aberta para o discerni­mento, para a sabedoria e para a paciência, que mantenha nosso espírito purificado e iluminado para que assim possamos servir de “simples” instrumentos de Deus, da Lei e da Justiça.
É o momento de agradecer, agradecer e agradecer por essa oportunidade única e ex­celsa que temos por estar diante do Poder Divino.
Em terceiro lugar e não menos importante, o médium deve Saudar e tomar a Benção de seu Pai ou Mãe Espiritual.
Quando isso ocorre, o “filho” está reconhecendo seu Pai Espiritual co­mo o detentor dos conhecimentos da Lei de Umbanda e como seu orientador, que o conduzirá, sustentará e protegerá dentro da doutrina religiosa umbandista.
“Tomar a Benção” é um procedimento de reconhecimento de Grau e de respeito à Hierarquia, pois o Pai Espiritual é a voz, é a força, é o representante e o intermediá­rio dos Orixás aqui no plano material e ele é escolhido e preparado pelas próprias Forças Divinas, pois se assim não fosse, não conseguiria sustentar uma gira ou realizar um “simples” desenvolvimento. Cada Centro tem a sua forma de saudar o Pai Espiritual, mas quando o médium toma entre suas mãos a mão de seu Pai Espiritual, a beija respeitosamente, leva-a até a sua testa e a beija novamente, este ato representa o desejo de que aquelas mãos preparadas o conduza aos serviços de Deus ajudando-o a adquirir conhecimentos Sagrados.
Ao dizer: “Daí-me Pai, a sua benção” e o Pai Espiritual responder “Seja Oxalá quem lhe abençoe” ele está saudando acima de tudo a Trindade Divina e sendo abençoado POR OLORUN, POR OXALÁ E POR IFÁ. As mesmas atitudes devem ser realizadas ao sair do Centro, pois o médium sai do Sagrado para o Profano.

Salve a Umbanda!!!
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