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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Carta à Comissão de Combate a Intolerância Religiosa



Prezados,
Meu nome é Roberta Pereira de Paula Rodrigues e professo a fé Umbandista.
Venho aqui expressar minha indignação desencadeada pela vinheta sobre transmitida pelo canal de TV aberta denominado Record em onze de fevereiro de 2012 às 12:40.
A dita vinheta é apenas uma de uma série delas com o mesmo assunto: fé. Até então nenhuma delas havia me indignado, sobretudo por ser um material que transmite mensagens de fé em Deus, valor da família e reforma moral, sem estarem relacionadas diretamente com uma religião específica, apesar de todos sabermos publicamente que o presidente da Rede Record de televisão é um famoso sacerdote da religião Cristã Evangélica.
Porém, esta vinheta específica veiculada na data e horário mencionados, faz uma colocação bastante delicada, pois incita o preconceito por uma religião ao usar o nome da mesma relacionando-a a problemas de alcoolismo.
Tentarei agora descrever a vinheta em questão.
Primeiramente um homem de meia idade começa a relatar problemas com alcoolismo passados por ele, e durante este relato diz com estas palavras: “eu tinha probrema de espiritismo1”. No fim do seu relato conta que a “igreja” (entende-se Evangélica) foi o lugar que o ajudou a se recuperar ao apresentá-lo a Jesus.
Gostaria de registrar aqui minha opinião a favor da reforma moral apoiada na ajuda de uma religião. Quando a Igreja Evangélica consegue promover a libertação do vício da bebida, drogas ou crime em indivíduos, temos aí algo realmente louvável. No entanto não podemos esquecer que esta mesma libertação também pode acontecer pelo trabalho desenvolvido por outras religiões e até mesmo por grupos de apoio social com ou sem orientação doutrinária religiosa.
Com isso quero dizer que da mesma forma que acredito que a reforma moral não pode ser atribuída à religião A ou B, um problema como o vício do alcoolismo não pode ser veiculado em rede nacional, principalmente em uma emissora de tv tão popular como a Rede Record, como algo ligado à religião conhecida como Espiritismo.
Aproveito para convidar a todos que leem este texto a uma rápida reflexão sobre a frase proferida na vinheta.
Inicialmente o que nos chama à atenção é a pronúncia da palavra problema. Esse equívoco de pronúncia é comumente observado em populações carentes que não tiveram muita oportunidade de acesso a ambientes de leitura e estudo da língua portuguesa em sua norma culta. Não quero aqui proferir qualquer juízo de valor, até porque minha própria mãe pronunciava algumas palavras assim, que foram, com o tempo, corrigidas por duas filhas formadas em nível superior, com paciência e amor. Porém é fato que minha mãe não teve oportunidade de terminar o ensino fundamental e não gosta de ler. Com isso podemos concluir que ele próprio não possui conhecimento básico do que vem a ser o Espiritismo.
Outro detalhe que chama à atenção é a colocação sobre o causador do problema. É bastante estranho alguém atribuir um problema a uma religião em si. Seria difícil imaginarmos alguém dizendo que tem problema de Cristianismo, ou de Budismo por exemplo. Pessoas não têm problemas de religião, mas podem ter problemas com algumas doutrinas ou filosofias relacionadas a algumas religiões. Neste momento passo até a crer que esta pessoa estava querendo afirmar que teve problemas espirituais e não de Espiritismo.
O fato de termos uma pessoa com pouca cultura, e praticamente nenhum conhecimento do que realmente seja o Espiritismo na televisão de milhares de lares brasileiros proferindo tais palavras e incitando maior preconceito nas tantas faixas sociais que assistem a Rede Record é algo abominável. Contudo ainda mais abominável é o fato de que são pessoas com cultura aprofundada as responsáveis por produzir, editar e colocar no ar tamanha atrocidade.
Deixo, portanto, registrada nesta carta/texto minha indignação e meu desejo que a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa possa, através de seus representantes, tomar providências acerca deste caso. E, como forma de propagação desta notícia, compartilho meus pontos de vista com irmãos de fé através de blogs Umbandistas, também deixando claro que o assunto diz respeito a todas as religiões e à sociedade em geral.



1“O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.”   Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo – cap. VI – 4)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O Cobrador


Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao casebre, seguindo por uma longa estrada.

Ao passarem próximo a uma moita de samambaia, ouviram um gemido.

Verificaram e descobriram, caído, um homem.

Estava pálido e com uma grande mancha de sangue, próximo ao coração.

O homem tinha sido ferido e já estava próximo da inconsciência.

Com muita dificuldade, mestre e discípulo carregaram o homem para o casebre rústico, onde trataram do ferimento.

Uma semana depois, já restabelecido, o homem contou que havia sido assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca.

Disse que conhecia seu agressor, e que não descansaria enquanto não se vingasse. Disposto a partir, o homem disse ao sábio:

- Senhor, muito lhe agradeço por ter salvo minha vida. Tenho que partir e levo comigo a gratidão por sua bondade.

Vou ao encontro daquele que me atacou e vou fazer com que ele sinta a mesma dor que senti.

O mestre olhou fixo para o homem e disse:

- Vá e faça o que deseja. Entretanto, devo informá-lo de que você me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que lhe fiz.

O homem ficou assustado e disse:

- Senhor, é muito dinheiro. Sou um trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor!

- Se não podes pagar pelo bem que recebestes, com que direito queres cobrar o mal que lhe fizeram?

O homem ficou confuso e o mestre concluiu:

- Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que te aconteçam nessa vida, pois essa vida pode lhe cobrar tudo que você deve.

E com certeza você vai pagar muito mais caro


         Autor Desconhecido.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A Cura dos Apegos


Sabemos que o apego é um obstáculo que um dia todos teremos de superar. Ele surge quando não compreendemos o la­do interno da vida e não esta­mos em contato com a essência das coisas. Por falta desse contato, fi­camos habituados à forma externa e nos apegamos a ela.

Em nosso convívio com os demais, é como se considerássemos somente o corpo, o rosto, a personalidade das pessoas, esquecemo-nos de que em sua verdadeira essência elas são al­mas, e de que, como almas, estão presentes em todos os lugares.

Muitos de nós gostaríamos de nos tornar mais desapegados. Mas co­mo fazer is­so? Como encontrar a essência das coi­sas, como não nos prender a aparências? Temos muitos vícios de pensamento e hábitos de linguagem, e chegamos a dizer coisas que, se pensássemos melhor, veríamos que não correspondem à realidade.

Dizemos, por exemplo: “Aquela espécie de pássaros desapareceu”; ou: “Aquele homem morreu” e assim por diante. Na verdade, é um engano dizer que as coisas acabam ou morrem, pois não é isso o que de fato acontece: na verdade, é a essência das coisas que transmigra; sai de uma forma e entra em outra.

Portanto, nada acabou quan­do uma espécie de pássaros já não é vista no plano físico. E nada acabou quando se diz impropriamente que uma pessoa morreu. Dentro das novas espécies de pás­saros permanece a essência das espécies extintas; e dentro das pessoas que estão nascendo hoje encontra-se a essência que habitava corpos de outras épocas.

Nada se perde, tudo evolui. Ter consciência disso é o primeiro passo para nos desapegarmos das formas externas, concretas. Depois, numa segunda etapa, desapegamo-nos de coisas mais sutis, como, por exemplo, as afetivas. A vida pode levar-nos a mudar de atividade externa várias vezes. Nossa intenção de servir e de melhorar, e não a forma externa das atividades, é o fio que as pode interligar, dando-nos impressão de coerência e harmonia e não de percalços e contrastes. Se consideramos as mudanças como se fossem incômodas, as transformações podem parecer-nos drásticas. Entretanto, não há diferença alguma entre as várias atividades quando as exercermos com o mesmo espírito. O espírito com que se fazem as coisas, isso é o importante — e não tanto o que se faz. Convivem harmoniosamente no universo energias que constroem e energias que destroem. As primeiras criam e alimentam formas. As últimas possibilitam que a essência abandone as formas que já não lhe cor­respondem.

Ambas as energias são necessárias para que a vi­da prossiga seu curso. Como o espírito que nos move poderia realizar um trabalho de crescente qualidade, se a certa altura não surgisse outra forma para ele animar? A cura dos apegos soluciona os mais diversos problemas. Podemos en­tão encontrar resposta para muitas perguntas: Como en­con­trar a essência das coisas? Como faço para me desapegar de uma idéia? Como faço para me de­­sapegar de minha atual maneira de ser? Como faço para me soltar do que me prende? Como faço para transcender os meus defeitos? Como faço com essa enfermidade que os médicos não sabem tratar? Como faço pa­ra preencher o vazio que sinto em minha vida?

A resposta para todas essas perguntas é uma só: ir para dentro do próprio coração, para dentro do próprio ser. Lá a consciência da alma, que é universal, desde sempre nos aguarda. É no coração que se curam os apegos, porque ali está a essência de tudo. Ali nada nos falta.

Da Série Sínteses de palestras de Trigueirinho - A cura dos apegos Irdin Editora.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Neste Início de Ano Eu Desejo...


         
Desejo

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim.

Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer  e a sua dor
E é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Amizade


Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de Malhado.

Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa.

Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.

Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida.

Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.

Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir, onde anoiteciam, lá dormiam.

Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.

Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor. Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, que Serapião, não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam pelas ruas e falou:

Nossa amizade começou com um pedaço de pão, ele parecia faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais.

Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.

Curioso, perguntei:

- Como vocês se ajudam?

- Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, perguntei:

- Serapião, você tem algum desejo na vida?

- Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na  esquina.

- Só isso? Indaguei.

- É, no momento é só isso que eu desejo.

- Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.

Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo.

Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado e comeu o pão com os temperos.

Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço. Não me contive e perguntei intrigado:

- Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha?

Ele com a boca cheia respondeu:

- Para o melhor amigo, o melhor pedaço!

E continuou comendo, alegre e satisfeito.

Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando.

Aprendi como é bom ter amigos.

Pessoas em quem possamos confiar.

Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:

"PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO"


Desconheço a autoria deste edificante texto.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Receita da Dona Maria Jiló



Dona "Maria Jiló" é uma senhora de 92 anos,  miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda  vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.

E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido,  com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra  solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala  de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio  dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em  direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho,  inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.

Ela me  interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um  filhote de cachorrinho.

- Ah, eu adoro essas cortinas...

-  Dona "Maria Jiló", a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um  pouco...

- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por  princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não  depende de  como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo  minha expectativa.

E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão  que tomo todo dia quando acordo.

Sabe, eu  posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho  em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... Ou posso  levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. 

- Simples assim?

- Nem tanto; isto é para quem tem  autocontrole e todos podem aprender,  e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos afora, mas é  bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em  consequência, os sentimentos.

Calmamente ela continuou:

-  Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar  o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta  época da vida.  A velhice é como uma conta bancária: você só retira  aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte  de alegrias e felicidade na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada  por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda  continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida,  sábio é quem a simplifica.

Depois me pediu para  anotar:

COMO MANTER-SE JOVEM:

1. Deixe fora os números  que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe  que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos  divertidos. Os depressivos puxam para baixo. 
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda  sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que  quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma  mente preguiçosa é a oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é  Alzheimer!

4. Aprecie mais as  pequenas coisas - Aprecie mais.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e  alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir,  passe muito e muito tempo com ele /ela!

6.  Quando as lágrimas aparecerem. Aguente, sofra e ultrapasse. A  única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.  VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que  ama: 
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que  quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio. Não o descarte...

8. Tome cuidado  com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a. 
Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.

9. Não faça  viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país  diferente, mas NÃO para onde  haja culpa.

10. Diga às pessoas que as ama e que  ama a cada  oportunidade de estar com elas.

Espalhe essas “Dicas de Dona Maria Jiló e faça pessoas felizes! Se não pude espalhar, pelo menos, partilhe com alguém!


"O que de nós vale a pena se não tocarmos o coração das pessoas?"

"O mundo é de quem se atreve."

"Um dia você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida."

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Fábrica de Pensamentos


Era uma vez, uma linda fábrica chamada mente que produzia pensamentos. Esses pensamentos eram neutros – nem bons nem ruins. Para produzir esses pensamentos ela ia buscar a matéria prima no fornecedor chamado coração.

O coração lhe fornecia os insumos básicos chamados sentimentos. Na fábrica cada pensamento produzido era mergulhado num sentimento escolhido e assim ficava pronto o produto final: um pensamento revestido de sentimento.

A matéria prima sentimentos era encontrada de dois tipos: densa ou sutil. Na densa encontramos uma grande variedade em forma de mágoa, culpa, intolerância, ressentimento, ciúme, crítica, orgulho, ansiedade, medo, exagero, vingança, agressividade, compulsão, gula, raiva, ódio, preconceito, egoísmo, desonestidade, ilusão, solidão, rigidez, insegurança, mentira, pressa repressão, tristeza, vício, vaidade, impaciência, depressão, etc.

Na sutil também tinha uma enorme variedade de sentimentos: humildade, perdão, coragem, amor, compaixão, honestidade, compreensão, solitude, paz, justiça, paciência, tolerância, segurança, sinceridade, desapego, calma, tranqüilidade, alegria, serenidade, confiança, esperança, etc.

Esse produto final era enviado ao mercado chamado meio ambiente para que as pessoas pudessem escolher, por sintonia, e levá-los consigo, passando a vibrar na mesma freqüência vibratória do produto escolhido; ou então, o produto final era enviado diretamente ao cliente, que só recebia se tivesse sintonia, ou seja, se vibrasse na mesma freqüência do produto pensamento lhe enviado.

Uma parte, do que a fábrica produzia, não podia ser reciclada, e era lançada ao rio chamado corpo físico. A depender do tipo de matéria prima utilizada – sentimentos densos ou sentimentos sutis – o rio ficava ou não poluído.

O rio corpo físico ficava poluído, sempre que recebia material dos produtos feitos com a matéria prima dos sentimentos densos.

O processo de limpeza do rio corpo era chamado de doença. Esta expurgava do corpo todo o material denso que a fábrica tinha lhe lançado. Quanto mais matéria prima de sentimento denso era utilizada na produção do produto pensamento, mais poluído o rio ficava e mais grave era a doença como processo de limpeza do rio corpo.

Após o processo de doença o rio corpo voltava a respirar tranqüilo, sereno, alegre e feliz.

O rio corpo físico permanecia saudável e radiante, sempre que a fábrica produzia pensamentos recheados de sentimentos sutis.


Autor Desconhecido

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Dez Verdades Duras, mas que nos tornam mais Fortes


Conheçam nesse artigo, as 10 verdades que algumas pessoas consideram cruéis até, mas que nos torna bem mais fortes e preparados para encarar os desafios que a vida nos impõe.

01 • A única pessoa que pode realmente te fazer feliz é você.
A essência da sua felicidade vem de seu relacionamento com você mesmo. Claro que entidades externas podem ter efeitos no seu estado de espírito, mas no longo prazo, nada importa mais do que como você se sente sobre quem você é por dentro.

02 • Você simplesmente não pode mudar o passado.
Como Chico Xavier disse certa vez: "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar hoje e fazer um novo final." Você não pode mudar o que aconteceu, mas você pode mudar como você reage a isso, comece hoje e faça um novo final.

03 • Sempre haverá alguém vai ter mais do que você tem.
Seja dinheiro, amigos ou qualquer outra coisa nessa vida, sempre existirá alguém que tenha mais do que você. Mas lembre-se, não é quanto você tem, trata-se do quanto você gosta do que tem.

04 • Você nem sempre conseguirá o que quer.
Como Mick Jagger disse: "Você nem sempre consegue o que quer, mas se tentar, algumas vezes você encontra o que você precisa." Olhe ao seu redor. Aprecie as coisas que você tem agora. Muitas pessoas não têm tanta sorte não seja egoísta.

05 • Tudo que vai, volta.
Na vida é assim, aposto que você já ouviu aquele ditado popular que diz: “Você colhe aquilo que você planta.” Pois é exatamente assim que a vida é, você dá e recebe, se você quer ter muitos amigos, seja mais amigável, se você quer uma carreira de sucesso, dedique-se de forma verdadeira, acredite ou não as coisas são simples assim.

06 • Você nunca se sentirá 100% pronto para algo novo.
Ninguém sente-se 100% pronto quando surge uma oportunidade para fazer algo novo. Com o surgimento de grandes oportunidades na vida você naturalmente se sentirá compelido a agir e isso vai te fazer se desenvolver na vida.

07 • A vida não é fácil e nunca será.
O trabalho é que faz a sorte das pessoas, o trabalho é o material necessário para tornar seus sonhos uma realidade, então comece o dia pronto para correr ainda mais do que ontem, lutar mais do que lutou antes.

08 • O amanhã pode nunca chegar.
Você pode estar nesse momento planejando algo para amanhã sem perceber que vai morrer hoje. Isso sim é triste, mas também é real e você sabe disso. Então aproveite o hoje, gaste seu tempo com algo que realmente valha à pena.

09 • Você vai fracassar algumas vezes.
Quanto antes você aceitar isso, mais rápido você poderá usar isso a seu favor. Você nunca terá 100% de certeza de que irá funcionar, você pode tentar e errar ou pode não tentar.  Em todo caso ou você tem sucesso ou você aprende uma lição na vida.

10 • Existem coisas que você não pode controlar.
Pare de desperdiçar seu tempo e energia sobre as coisas que estão além de seu controle, pois isso é a formula da insatisfação, frustração e fracasso contínuo. Invista sua energia em coisas que você pode controlar.
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